sábado, 10 de julho de 2010

Beto destaca a importância de pesquisas durante palestra no IPA

Assessoria de Imprensa, 06/06/2006


Beto falou das políticas do governo federal no Ministério da Ciência e Tecnologia, em evento direcionado aos alunos, professores e pesquisadores de iniciação científica e extensão, aos coordenadores de cursos e aos assessores da pró-reitoria acadêmica do IPA.

Durante palestra no Centro Universitário Metodista IPA, realizada na segunda-feira (05), o deputado federal Beto Albuquerque debateu as políticas do Governo Federal no Ministério de Ciência e Tecnologia. Na oportunidade, Beto afirmou que irá se empenhar parar estimular e articular uma aproximação da base industrial e dos serviços do Estado com as Instituições de Educação Superior e centros de pesquisas gaúchos.

Neste contexto, o deputado elogiou o projeto do IPA para se tornar universidade em 2007. “Já estava na hora disso acontecer, pelos méritos e conquistas que este Centro Universitário vem acumulando no decorrer destes anos”, afirmou Albuquerque.

O vice-líder do Governo também destacou os processos que consolidam a democracia no Brasil, como a defesa das instituições privadas de ensino por parte do Poder Público.

Beto foi apontado como um dos “100 parlamentares mais influentes” no Congresso Nacional e teve grande participação na criação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). “Ele tem uma ligação forte com o ministério e isso contribui para o projeto de Universidade desenvolvido no IPA”, destacou o professor Jose Clóvis Azevedo, coordenador do evento.

Beto Albuquerque espera que Uergs seja prioridade no novo governo

Assessoria de Imprensa, [15/01/2007]

A Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) formou suas primeiras turmas em 2006. Mas foi também neste ano que a instituição sofreu o período de maior desmonte, afirma o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) e um dos idealizados da universidade. “A Uergs tem um papel estratégico a desempenhar no ensino, na pesquisa e na inovação. Mas, para isso, o governo estadual precisa acelerar a institucionalização da universidade, fortalecendo-a, sob pena de inviabilizá-la, em pouco tempo”, alerta o deputado.

Segundo ele, o governo anterior não avançou etapas neste sentido – o resultado é uma universidade sem Estatuto definitivo e sem processo de eleição para reitor. “Os últimos anos foram de incerteza para a Uergs, com menos investimentos e cancelamento de vestibulares. Isso desmotivou a procura de jovens e aumentou o descrédito”, lamenta. Desde 2002, o número de inscritos em vestibular da Uergs reduziu de 8.902, na primeira edição, para 3.964, em 2006. A relação candidato por vaga caiu de 9,47, em 2002, para 4,95, em 2006. Para 2007, nem mesmo o vestibular está garantido.

A sanção do projeto de lei da Universidade Estadual – Uergs, em 10 de julho de 2001, durante o governo Olívio Dutra, marcou uma luta de mais de 15 anos da juventude gaúcha, recorda Beto. “Até então, o Rio Grande do Sul era o único entre os Estados mais importantes da Federação que ainda não possuía uma instituição estadual de ensino superior. Daí a necessidade de reagir a toda tentativa de destruí-la. É preciso resistir e trabalhar para reerguê-la”, adverte o deputado.

Apesar das dificuldades, Beto Albuquerque diz que tem esperança em dias melhores para a universidade estadual. “Espero que a nova governadora compreenda o papel importante da Uergs para a juventude e o desenvolvimento do Estado e coloque-a entre as prioridades de seu governo”, afirma.

Beto Albuquerque reage a plano do governo estadual para Uergs

Diário da Manha – Passo Fundo, 8/2/2007 O líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), reagiu à possibilidade de o governo do Estado transformar a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) em uma unidade dedicada apenas à pesquisa tecnológica. “A Uergs foi criada por decisão popular, de milhares de gaúchos, com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino público, conforme as vocações produtivas de cada região. Alterar esse perfil num canetaço é desrespeitar a vontade do povo gaúcho”, criticou o ex-secretário do governo Olívio Dutra e um dos idealizadores da Uergs.

Beto disse que não houve avanços na Uergs nos últimos anos . “As incertezas aumentaram e só prejudicaram a Uergs e seus alunos. É preciso recuperar a universidade, não acabar com ela”, disse. Para ele, a Uergs tem um papel estratégico a desempenhar no ensino, na pesquisa e na inovação. Para isso, acrescenta o líder, o governo estadual precisa acelerar a institucionalização da universidade.

Beto Albuquerque disse, no entanto, que ainda espera que a nova governadora compreenda a importância da Uergs para a juventude e o desenvolvimento do Estado e coloque-a entre as prioridades de seu governo.

Beto Albuquerque critica plano de Yeda para Uergs

Jornal Agora – Rio Grande, 9/2/2007

O líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), reagiu à possibilidade de o governo do Estado transformar a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) em uma unidade dedicada apenas à pesquisa tecnológica. “A Uergs foi criada por decisão popular, de milhares de gaúchos, com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino público, conforme as vocações produtivas de cada região. Alterar esse perfil num canetaço é desrespeitar a vontade do povo gaúcho”, criticou Beto, um dos idealizadores da Uergs.

O deputado disse que não houve avanços na Uergs nos últimos anos. “As incertezas aumentaram e só prejudicaram a Uergs e seus alunos. É preciso recuperar a universidade, não acabar com ela”, disse. Para ele, a Uergs tem um papel estratégico a desempenhar no ensino, na pesquisa e na inovação. Para isso, acrescenta o líder, o governo estadual precisa acelerar a institucionalização da universidade.

Beto Albuquerque disse, no entanto, que ainda espera que a governadora Yeda Crusius "compreenda a importância da Uergs para a juventude e o desenvolvimento do Estado" e coloque-a entre as prioridades de seu governo.

Beto Albuquerque reage a plano para a Uergs

A Platéia – Livramento, 14/2/2007

O líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), reagiu à possibilidade de o governo do Estado transformar a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) em uma unidade dedicada apenas à pesquisa tecnológica. "A Uergs foi criada por decisão popular, de milhares de gaúchos, com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino público, conforme as vocações produtivas de cada região. Alterar esse perfil num canetaço é desrespeitar a vontade do povo gaúcho", criticou o ex-secretário do governo Olívio Dutra e um dos idealizadores da Uergs. Beto Albuquerque disse, no entanto, que ainda espera que a nova governadora compreenda a importância da Uergs para a juventude e o desenvolvimento do Estado e coloque-a entre as prioridades de seu governo.

Homenagem aos 6 anos da criação da UERGS

10.07.20072

O deputado Beto Albuquerque (PSB/RS) pronuncia o seguinte discurso. Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados. Há seis anos, a vontade popular garantiu a vitória de uma luta que durou duas décadas em defesa do ensino público. Com concepção moderna e democrática, nasceu a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). Me orgulho de ter participado da construção deste sonho, que custou o esforço de muita gente.

Vejo que hoje, 10 de julho, se realiza no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, uma solenidade para celebrar o 6º aniversário da UERGS, com a Orquestra de Sopros da Uergs/Fundarte, formada pelos alunos, que fará uma apresentação especial no Salão Alberto Pasqualini, do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho. A melhor celebração, no entanto, não vai acontecer. Não há um plano de fortalecimento da instituição, não há um calendário de atividades com a previsão da eleição para reitor. Não há uma perspectiva para uma altenativa de investimentos para a instituição. Há sim uma política de esvaziamento da instituição. A universidade resiste à asfixia financeira, administrativa e pedagógica da política dos últimos dois governos. Isso nos coloca na contramão da história, porque nenhum estado ou país avançará sem dominar o conhecimento técnico-científico. Hoje eu gostaria de ver no Palácio Piratini o repasse de recursos para a UERGS e não uma festa pra inglês ver.

No início de 2006, a Uergs formou suas primeiras turmas. Mas a comemoração foi adiada. Em seu lugar, veio a apreensão com o futuro de uma universidade que, nos últimos quatro anos, foi sucateada. Os números confirmam. Desde 2002, o número de inscritos em vestibular da Uergs reduziu-se de 8.902, na primeira edição, para 3.964 em 2006. A relação candidato por vaga caiu de 9,47, em 2002, para 4,95 em 2006.

É antiga a advertência que faço de que a demora no processo de institucionalização da Uergs ameaça, cada vez mais, sua sobrevivência. É inconcebível a ausência de um estatuto definitivo e de concurso para contratação de professores e, por conta disso, ainda a indefinição quanto à eleição para reitor.

Em outra direção, o governo Lula expande o ensino superior e a rede de educação tecnológica. Até 2010, serão criadas 125 mil vagas em universidades federais, dobrando o total existente. A nova Unipampa é exemplo concreto dessa política. A sanção do projeto de lei da Universidade Estadual – Uergs, em 10 de julho de 2001, marcou uma luta de mais de 15 anos da juventude gaúcha. Até então, o Rio Grande do Sul era o único entre os estados mais importantes da Federação que ainda não possuía uma instituição estadual de ensino superior. Após cinco anos de sua criação, é inevitável analisar os seus avanços e os seus retrocessos.

O governo Olívio Dutra criou a Uergs, realizou processo seletivo de professores e providenciou a infra-estrutura necessária para ofertar, em 2002, 940 vagas, distribuídas em nove cursos e 23 municípios. Tudo isso em apenas cinco meses.

Portanto, o movimento pró-Uergs tem história. É hora de a sociedade gaúcha reagir à ofensiva contra a Uergs. Essa luta é de todos nós! Muito obrigado.

Deputado Beto Albuquerque (PSB/RS)

Beto Albuquerque faz pronunciamento em Brasília em defesa da UERGS

[11/07/2007]

Um dos idealizadores da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) usou ontem (10) a tribuna do plenário da Câmara, em Brasília, para fazer um manifesto em defesa da UERGS, que completou seis anos de existência. “Há seis anos, a vontade popular garantiu a vitória de uma luta que durou duas décadas em defesa do ensino público. Com concepção moderna e democrática, nasceu a Uergs. Me orgulho de ter participado da construção deste sonho, que custou o esforço de muita gente”, disse.

Em seu discurso, Beto alertou para a política de esvaziamento da universidade. Segundo o vice-líder, não houve avanços na Uergs nos últimos anos. “As incertezas aumentaram e só prejudicaram a Uergs e seus alunos. É preciso recuperar a universidade, não acabar com ela”, disse. Para ele, a Uergs tem um papel estratégico a desempenhar no ensino, na pesquisa e na inovação. Para isso, acrescenta, o governo estadual precisa acelerar a institucionalização da universidade.

“É antiga a advertência que faço de que a demora no processo de institucionalização da Uergs ameaça, cada vez mais, sua sobrevivência. É inconcebível a ausência de um regimento interno e de concursos para contratação de um quadro mínimo de professores efetivos e, por conta disso, ainda a indefinição quanto à eleição para reitor”.Beto Albuquerque disse, no entanto, que ainda espera que a governadora Yeda Crusius compreenda a importância da Uergs para a juventude e o desenvolvimento do Estado e coloque-a entre as prioridades de seu governo.

Veja o discurso, na íntegra, do deputado Beto Albuquerque em defesa da UERGS:

O deputado Beto Albuquerque (PSB/RS) pronuncia o seguinte discurso. Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados. Há seis anos, a vontade popular garantiu a vitória de uma luta que durou duas décadas em defesa do ensino público. Com concepção moderna e democrática, nasceu a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). Me orgulho de ter participado da construção deste sonho, que custou o esforço de muita gente.

Vejo que hoje, 10 de julho, se realiza no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, uma solenidade para celebrar o 6º aniversário da UERGS, com a Orquestra de Sopros da Uergs/Fundarte, formada pelos alunos, que fará uma apresentação especial no Salão Alberto Pasqualini, do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho. A melhor celebração, no entanto, não vai acontecer. Não há um plano de fortalecimento da instituição, não há um calendário de atividades com a previsão da eleição para reitor. Não há uma perspectiva para uma altenativa de investimentos para a instituição. Há sim uma política de esvaziamento da instituição. A universidade resiste à asfixia financeira, administrativa e pedagógica da política dos últimos dois governos. Isso nos coloca na contramão da história, porque nenhum estado ou país avançará sem dominar o conhecimento técnico-científico. Hoje eu gostaria de ver no Palácio Piratini o repasse de recursos para a UERGS e não uma festa pra inglês ver.

No início de 2006, a Uergs formou suas primeiras turmas. Mas a comemoração foi adiada. Em seu lugar, veio a apreensão com o futuro de uma universidade que, nos últimos quatro anos, foi sucateada. Os números confirmam. Desde 2002, o número de inscritos em vestibular da Uergs reduziu-se de 8.902, na primeira edição, para 3.964 em 2006. A relação candidato por vaga caiu de 9,47, em 2002, para 4,95 em 2006.

É antiga a advertência que faço de que a demora no processo de institucionalização da Uergs ameaça, cada vez mais, sua sobrevivência. É inconcebível a ausência de um estatuto definitivo e de concurso para contratação de professores e, por conta disso, ainda a indefinição quanto à eleição para reitor.

Em outra direção, o governo Lula expande o ensino superior e a rede de educação tecnológica. Até 2010, serão criadas 125 mil vagas em universidades federais, dobrando o total existente. A nova Unipampa é exemplo concreto dessa política. A sanção do projeto de lei da Universidade Estadual – Uergs, em 10 de julho de 2001, marcou uma luta de mais de 15 anos da juventude gaúcha. Até então, o Rio Grande do Sul era o único entre os estados mais importantes da Federação que ainda não possuía uma instituição estadual de ensino superior. Após cinco anos de sua criação, é inevitável analisar os seus avanços e os seus retrocessos.

O governo Olívio Dutra criou a Uergs, realizou processo seletivo de professores e providenciou a infra-estrutura necessária para ofertar, em 2002, 940 vagas, distribuídas em nove cursos e 23 municípios. Tudo isso em apenas cinco meses.

Portanto, o movimento pró-Uergs tem história. É hora de a sociedade gaúcha reagir à ofensiva contra a Uergs. Essa luta é de todos nós! Muito obrigado.

Deputado Beto Albuquerque (PSB/RS)

Beto Albuquerque ocupa grande expediente da Câmara pra debater a situação da UERGS

[04/12/2007]

Um dos idealizadores da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) advertiu ontem (4) em espaço de grande expediente, sobre o risco que a instituição está correndo no governo Yeda Crusius. Na sua avaliação, o momento atual é de retrocesso. "O Rio Grande do Sul parece estar querendo andar na contramão da educação e do desenvolvimento. Enquanto o governo federal inaugura novas universidades e escolas técnicas – como é o caso da UNIPAMPA e das várias escolas técnicas federais que estão sendo criadas, como a de Passo Fundo, inaugurada há pouco mais de um mês, o governo Yeda parece querer matar por inanição a UERGS", criticou. Segundo o deputado, a UERGS foi criada para fazer parte de um projeto de desenvolvimento que ofereça o ensino gratuito, pensando, com o setor empresarial e com os trabalhadores, no futuro do Estado. Por isso, no seu projeto inicial, a UERGS elegeu cursos em mais de 22 regiões do Estado, vocacionados a temas e áreas intrinsecamente vinculados ao desenvolvimento do RS. "Infelizmente, para alguns, a Educação é uma questão de preço, é pensada como custo que onera o estado. Não se pensa que esse investimento pode se tornar a alavanca do desenvolvimento de certas regiões do estado, carentes de produção e aplicação imediata de conhecimento".

Ele criticou os opositores que atribuem a Universidade a responsabilidade do déficit do RS. "Conforme a proposta orçamentária do governo Yeda, em debate na Assembléia Legislativa, o valor previsto para ser gasto com a UERGS em 2008 (R$ 28,3 milhões) corresponde a 0,13% do orçamento geral do RS. Aliás, esta proposta reduz em 33% o valor orçado para a UERGS em relação a 2007", afirmou. Disse, ainda, que as dívidas com precatórios, levantadas, em contraponto, como exemplo das dificuldades financeiras do Estado, são resultado de más gestões e somam cerca de R$ 3 bilhões. Com um orçamento de R$ 28 milhões, levaria 107 anos para o gasto com a UERGS equivaler a este montante. "A UERGS não tem nada a ver com o déficit orçamentário do RS. Entendo como uma posição ideológica deliberada, conservadora e ultrapassada, a posição daqueles que defendem o fechamento da UERGS e que procuram passar a idéia de que é desperdício de dinheiro público, o Governo do RS investir em educação universitária".

Em seu discurso, Beto Albuquerque disse que neste momento é preciso assegurar a normalidade legal, instituída pela Assembléia Legislativa quando da votação da lei que criou a UERGS, para garantir a realização do vestibular em 2008, concurso público e eleição direta para reitor. "Na primeira reunião do Conselho Universitário do governo Yeda, no dia 31 de outubro, foi assegurado pelo reitor o edital para realização do vestibular em 2008, o qual seria publicado ainda no mês de novembro. Mas até agora, nada. Quero crer que este governo não vai cometer esse despropósito com o povo gaúcho que elegeu esta prioridade nas assembléias do orçamento participativo", disse.

Veja a integra do pronunciamento do deputado Beto Albuquerque

Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados. O tema que trago para o debate é relativo à Educação, ao aumento de vagas públicas no ensino superior, à manutenção e o fortalecimento da Universidade Estadual do Rio Grande Sul – UERGS. Considero essa instituição um símbolo de luta e esperança para a juventude gaúcha.

Depois de trinta anos sem notícias importantes relativamente ao ensino público de nível superior, celebramos, em meados de 2001, a criação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS).Essa universidade resulta de uma luta de dezessete anos, quando ainda éramos estudantes da Universidade de Passo Fundo e clamávamos indignados por mais oportunidades para a juventude do Rio Grande do Sul de acesso ao ensino superior, a cursos relacionados às vocações regionais, sem o peso de se pagar para ter direito a estudar.

O Governo Olívio Dutra, governo democrático e popular, compreendeu esta luta de 17 anos, e soube discutir o assunto com todos os setores do Estado, implantando a UERGS.

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, este é um avanço do qual não podemos abrir mão. Assim fez São Paulo, Minas Gerais e outros 16 Estados brasileiros: investiram em ensino superior estadual. O Rio Grande do Sul não criou sua universidade apenas para resolver a dificuldade que o trabalhador tem de fazer um curso superior gratuito.

A Universidade Estadual foi criada para fazer parte de um projeto de desenvolvimento que ofereça o ensino gratuito, pensando, com o setor empresarial e com os trabalhadores, no futuro no Rio Grande do Sul.

É por isso que a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul foi concebida com cursos novos, que não repetem aquilo que já existe com grandeza e com muita riqueza nas universidade públicas federais, nas próprias universidades comunitárias ou mesmo privadas. A UERGS, no seu projeto inicial, elegeu cursos em mais de 22 regiões do Rio Grande vocacionados a temas e áreas que estão intrinsecamente vinculados ao desenvolvimento do Estado.

É preciso assegurar neste momento a normalidade legal, instituída pela Assembléia Legislativa do Estado quando da votação da Lei que instituiu a UERGS, para que possamos assegurar a realização do vestibular em 2008, para que tenhamos concurso e eleição direta para Reitor, assim, tenhamos uma universidade organizada e autônoma, capaz de continuar realizando mais vestibulares, incorporando mais jovens, homens e mulheres aos seus cursos.

Na primeira reunião do Conselho Universitário do governo Yeda, dia 31 de outubro, foi garantido pelo reitor que haverá edital para vestibular em 2008, o qual seria publicado ainda no mês de novembro. Até agora nada… Será inadmissível se não ocorrer vestibular em 2008. Seria a prova de que o governo Yeda quer acabar com a UERGS. Quero crer que este governo não vai cometer esse despropósito com o povo gaúcho que elegeu esta prioridade nas assembléias do orçamento participativo.

Estamos ansiosos aguardando um tal "plano de consolidação da Universidade", que foi prometido pela Reitoria em recentes audiências públicas sobre o tema. Na prática, a única ação visível do governo Yeda até agora foi anexar a Escola de Saúde Pública do Estado à unidade da UERGS/Porto Alegre, que já tinha um curso na área de administração em sistemas e serviços de saúde.

Projetos como criação do Funduergs, criação de institutos por áreas de conhecimento, sede própria, revisão do Estatuto, elaboração do Regimento Interno, realização de concurso para professores… até agora nada! O que é muito lamentável.

No mesmo dia 31 de outubro, estudantes protestaram em frente ao Palácio Piratini. Os alunos fizeram uma marcha saindo da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, com o objetivo de chamar a atenção da população para o seu protesto, voltado fundamentalmente para reivindicar a realização do vestibular/2008, que neste ano de 2007 não houve.

Dizer que a UERGS é responsável pelo déficit do RS, como falaram alguns dos seus opositores após esta atividade, é uma leviandade.

Conforme proposta orçamentária elaborada pelo governo Yeda, que está sendo debatida neste momento na Assembléia Legislativa, o valor previsto para ser gasto com a Universidade em 2008 (R$ 28,3 milhões) corresponde a 0,13% do orçamento geral do Estado (R$ 22 bilhões). Aliás, esta proposta reduz em 33% o valor orçado para a UERGS em relação a 2007 (que foi de R$ 42,9 milhões). As reduções ocorrem tanto no custeio como no pessoal da Universidade. Em 2006 foram gastos R$ 19 milhões para pagamento de pessoal e encargos. Para dois anos depois a governadora prevê aplicar apenas R$ 17,6 milhões. Menos recursos para pessoal significam menos professores e, por conseqüência, menor oferta de vagas. Também são reduzidos os recursos para custeio. São apenas R$ 9,2 milhões para 2008 contra um gasto de R$ 10,9 milhões em 2006.

As dívidas com precatórios, que inclusive foram levantadas, em contraponto, como exemplo das necessidades financeiras do RS, são resultado de más gestões e somam algo em torno de R$ 3 bilhões, dito pelo própria governadora ao Jornal do Comércio em 01/11/2007. Com orçamento de 28 milhões, levaria 107 anos para o gasto com a UERGS equivaler a este montante.

Portanto, a UERGS não tem nada a ver com o déficit orçamentário do Rio Grande do Sul. Entendo como uma posição ideológica deliberada, conservadora e ultrapassada, a posição daqueles que defendem o fechamento da UERGS e que procuram passar a idéia que é desperdício de dinheiro público o Governo do RS investir em educação universitária.

Os críticos da UERGS questionam o custo/aluno da instituição. Falam que cada estudante da Uergs custaria, em 2007, R$ 11.673,15, a partir de uma divisão do valor previsto no orçamento deste ano para a Universidade (R$ 42,9 milhões) pelo número oficial de alunos (3.598). Todos sabemos que o valor orçado é sempre maior do que o executado. Especialmente na Uergs, desde 2002, o índice de execução do total aprovado pela Assembléia Legislativa sempre ficou muito abaixo do esperado e do necessário. De modo que seria mais correto fazer qualquer cálculo, por exemplo, a partir do valor executado no ano passado (2006), que foi R$ 30,4 milhões. Além de não ser o parâmetro mais adequado para avaliar a educação, o colunista apresentou um dado tendencioso, ao "esquecer" que o número de alunos, denominador da fração, tem diminuído devido à falta de vestibular, o que só pode aumentar o custo/aluno, pois o ingresso de novos estudantes é que dilui o custo unitário.

Infelizmente, para alguns, a Educação é uma questão de preço, é pensada como custo que onera o estado. Não significa investimento de pessoal qualificado que, a médio e longo prazos, contribuirá para atrair indústrias e empresas. Não se pensa que esse investimento pode se tornar a alavanca do desenvolvimento de certas regiões do estado, carentes de produção e aplicação imediata de conhecimento. Afirmam que o estado está quebrado e não presta os serviços que deveria oferecer.

Para rebater este argumento, reproduzo o que disse a professora Tânia Cabral, colaboradora do Curso de Engenharia em Sistemas Digitais, da Unidade da UERGS de Guaíba, em mensagem enviada ao meu gabinete:

"(….) O RS foi o último a criar uma IES. Todos os demais estados da nação têm, por vezes, mais de duas universidades, como é o caso de São Paulo que sustenta três grandes Instituições de Ensino Superior (IES): a UNICAMP, a USP e a UNESP. Diga-se de passagem, esta última, a mais nova entre as três, é exatamente como a UERGS, uma universidade espalhada pelo estado e organizada estruturalmente em sistema multicampi.

As Instituições Ensino Superior estaduais, juntamente com as federais, produzem ciência e tecnologia visando o crescimento do país; se os estados florescem, evolui a nação. Querem que a UERGS, a primeira instituição a oferecer cotas para alunos hipossuficentes, independente da cor de pele, do credo, de suas crenças sobre a vida, seja fechada", diz a professora Tânia, em mensagem que recebi no meu gabinete.

Também, Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados, quero deixar registrados nos anais desta Casa, trechos do Discurso de Colação de Grau, realizada no dia 27/10/2007, pelo formando Rafael Mallmann, da primeira Turma do Curso de Engenharia em Sistemas Digitais da UERGS. Como foi a primeira turma a ser formada no curso, penso ser importante divulgar esse depoimento.

Infelizmente, senhor presidente, o meu Rio Grande do Sul parece estar querendo andar na contramão da educação e do desenvolvimento. Enquanto o governo federal inaugura novas universidades e escolas técnicas – como é o caso da UNIPAMPA e das várias escolas técnicas federais que estão sendo inauguradas – como a de Passo Fundo, inaugurada há pouco mais de um mês, o governo Yeda parece querer matar por inanição a UERGS.

Agora, já se fala, no Ministério da Educação, em criar a "UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL" e também nós da bancada gaúcha, queremos a criação da Universidade Federal do Norte do Rio Grande do Sul – UNINORTE.

O que está faltando é uma real política de desenvolvimento. Para mudar a economia do Rio Grande do Sul é necessário apostar na produção de conhecimento, capacitar os jovens, apostar na geração de tecnologia, novos produtos e na propriedade intelectual.

Enquanto o governo federal está prestes a concluir o primeiro Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada, em Porto Alegre, o governo do Estado continua apostando nos velhos modelos, sem ousar nada para mudarmos nossa matriz produtiva. O CEITEC será a primeira fábrica de semicondutores da América Latina que oferecerá as condições mínimas necessárias para a atração e instalação de indústrias de alta tecnologia no País. Além disso, já está estimulando a capacitação de mão-de-obra especializada e promovendo o aumento do valor agregado dos produtos da indústria eletroeletônica brasileira.

O CEITEC, inclusive, conta com estagiários do curso de Engenharia de Sistemas Digitais, da Unidade da UERGS de Guaíba. Além disso, estamos trabalhando para que CEITEC e UERGS formalizem uma parceria para a cooperação entre as duas instituições, especialmente na formação e aproveitamento de profissionais em microeletrônica.

O Rio Grande do Sul pode continuar investindo em suas origens agrícolas, mas diversificando e agregando tecnologia, como no caso do biodiesel, do etanol e de suas aplicações.

É neste viés desenvolvimentista que se insere a UERGS, com a capacidade de perceber, de captar novas necessidades e capacitar profissionais para assumir novos postos de trabalho, para gerar renda, desenvolvimento e justiça social ao Rio Grande do Sul.

Muito obrigado!

UERGS tem resultados positivos na avaliação do MEC

[10/09/2008]

O Ministério da Educação divulgou, nessa segunda-feira (8), o Índice Geral de Cursos (IGC), e nele a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul aparece na 24ª posição, entre 173 universidades avaliadas, e com o índice 4, sendo o índice 5 o mais alto. “Apesar de todas as dificuldades, tenho esperança em dias melhores para a universidade estadual, comemorou o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS), um dos idealizadores da UERGS. Para ele, o índice geral indica que é possível consolidar a UERGS, que pode desempenhar papel estratégico para a geração da pesquisa, do conhecimento e da inovação. “Em respeito aos gaúchos, a Uergs deve estar entre as prioridades de todos os governos”, afirmou.
O IGC serve como instrumento para avaliar as melhores universidades, centros universitários e outras instituições de ensino. Sua pontuação revela, para cada instituição, a qualidade de todos os seus cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos na totalidade de campi e municípios onde as instituições atuam. O resultado final está em valores contínuos, de 0 a 500, e em faixas de 1 a 5.

UERGS completa nove anos hoje, Sábado dia 10 de Julho


10/07 - Uergs completa nove anos neste sábado (10)


Hoje, dia 10 de julho, a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul completa nove anos de criação. Sob a Lei nº 11.646, a Universidade Estadual surgiu após um amplo processo de discussão promovido pela Assembleia Legislativa do Estado e pelos Coredes - Conselhos Regionais de Desenvolvimento.

Com objetivo de atender as demandas tecnológicas e de desenvolver todas as regiões do Estado, a Uergs está presente em 24 municípios. Contando atualmente com cerca de 1.900 alunos, 115 professores e 288 funcionários, a instituição vivencia um momento histórico. Após a publicação do Regimento Geral da Universidade - RGU, a comunidade universitária, no início deste mês, esteve presente às urnas, com a participação de 1.387 eleitores, houve a escolha do reitor e vice-reitor que administrará a Universidade no próximo quadriênio.

Segundo o reitor da Uergs Carlos Alberto Martins Callegaro, ainda são muitos os desafios, mas “o processo eleitoral encerra qualquer expectativa de fechamento da Universidade, ao contrário de tudo que foi dito desde que assumi a gestão em março de 2007”. Callegaro afirma que um dos marcos de sua administração foi o pagamento de uma dívida de cerca de 13 milhões, o que possibilitou a regularização dos convênios que a Universidade mantinha com outras instituições, e outros que ainda mantém, inclusive com a Fundação Municipal de Artes de Montenegro, a Fundarte, onde a Uergs tem quatro cursos.

Já estiveram à frente da administração da Uergs, o professor José Clóvis de Azevedo e o professor e ex- secretário de Cultura, Nelson Fernando Boeir

sexta-feira, 2 de julho de 2010

UERGS/FUNDARTE realizam uma semana de mostras de teatro, dança e música

Na semana de 28 de junho a 02 de julho de 2010, a UERGS e FUNDARTE realizarão uma Mostra de trabalhos dos alunos dos Cursos de Graduação nas áreas de dança, música e teatro, com entrada gratuita, no Teatro Therezinha Petry Cardona.


No dia 28 de junho, às 20h30min, a disciplina de Oficina Montagem I, do curso de teatro apresentará “No palco, todo mundo vira bicho”.

Um grupo de atores se transforma ora em bicho, ora em gente, para narrar algumas histórias inspiradas no universo das clássicas fábulas de Esopo. Histórias como a do encontro de um caçador medroso com um índio no meio da floresta; ou da galinha poedeira e sua insatisfeita dona; do lobo faminto que procura comida; do fazendeiro que trancou a onça dentro da estrebaria; do macaco que comeu o lanche dos trabalhadores da floresta; da toupeira avarenta que esconde um tesouro; entre outras. A peça “No palco todo mundo vira bicho” de José Carlos


Aragão inspirado na obra de Esopo foi o texto que serviu de referência e que foi adaptado para a montagem. A proposta desta montagem foi realizar um espetáculo que pudesse se comunicar com espectadores adultos e crianças. Portanto é recomendado para todas as idades.

Elenco: Alda Marici, Bianca Flôres, Cândida Santi Bazanella, Paulo Sérgio Rodrigues, Shirley Torres e Viviane Pacinato
Iluminação: Cassiano Azeredo
Orientação: Celina Alcântara e Carlos Mödinger


No dia 29 de junho, às 20h30min, é a vez das disciplinas de Prática Instrumental- teclado coordenado pela profª. Gisele Flach e da disciplina de Teoria e Percepção Musical I, coordenado pelo professor Alexandre Birnfeld, onde os alunos falarão sobre as músicas que compuseram apenas com instrumentos de percussão.

No dia 30 de junho, às 20h30min, a Mostra será de dança com as disciplinas Improvisação e Análise do Movimento em Dança I-prof. Cibele Sastre, Técnicas Corporais I, profª Tatiana da Rosa e História da Dança II, prof. Airton Tomazzoni. As apresentações de História da Dança II fazem uma viagem ao passado num panorama da dança, dos séculos XV ao XIX. O programa inclui a pavana, dança renascentista, executada com música ao vivo; fragmentos de balés como La fille mal gardèe (1789) e La Sylphide (1832). Completam o programa um versão contemporânea de uma Opéra-Balé, Platèe, de Jean-Philippe Rameau, de 1745.

No dia 1º de julho, às 20h30min, a noite é dividida entre a Música e a Dança com a disciplina de Expressão Vocal, coordenado pela professora Rosimari Oliveira com a apresentação de quatro músicas e a disciplina de Improvisação e Análise do Movimento em Teatro I, coordenado pela profª Jezebel de Carli.

A Semana encerra com uma apresentação da Orquestra de Sopros da FUNDARTE/UERGS, no dia 02 de julho, às 20 horas.

A Orquestra foi formada no primeiro semestre de 2004, a partir do desejo dos alunos do Curso de Graduação em Música-licenciatura, da FUNDARTE/UERGS, de vivenciarem a experiência de “tocar em uma BIG BAND”.

Integrada por alunos do Curso de Graduação em Música-licenciatura da UERGS/FUNDARTE, alunos do Curso Básico de Música da FUNDARTE e instrumentistas da região de Montenegro, a Orquestra de Sopros da FUNDARTE tem surpreendido o público em suas apresentações pela sonoridade rara que essa formação instrumental proporciona. A regência da Orquestra é do professor Marcelo Bruno.

Fonte: Jornal O Progresso - Montenegro RS

Biologia Marinha é tema de Simpósio no litoral norte

De 5 a 10 de julho será realizado em Tramandaí, no litoral norte, o 2º Simpósio de Biologia Marinha – SABMar. O evento, que é promovido pelo Diretório Acadêmico do curso de Ciências Biológicas, convênio entre as Universidades Estadual e Federal do RS, pretende debater questões relacionadas à Biologia Marinha e, também, sobre pesquisas realizadas nesse campo e a formação de profissionais para atuarem nessa área.

No Simpósio haverá palestras, mini cursos e oficinas. Outras informações podem ser obtidas através do e-mail sabmar2010@gmail.com

Fonte: Site Uergs

Rede de mediadores atua em exposições na Fundarte

SITE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL

Até dezembro de 2010, durante as exposições artísticas na Galeria de Arte Loide Schwambach, junto à Fundarte em Montenegro, os visitantes terão o auxílio da Rede de Mediadores. O objetivo dessa ação de extensão promovida pelo polo da Uergs / Fundarte é realizar mediações durante as exposições da galeria, possibilitando diálogos entre a comunidade escolar e o público em geral e as mais diversas poéticas artísticas. Através da mediação, o público deve ser capaz de sentir e aprender através da arte, com reflexões que partem do contato com os objetos de arte e a visitação à exposição e ao espaço artístico.

A coordenação da atividade é da professora Patriciane Born. As visitas mediadas acontecem nas segundas-feiras das 14h às 17h, terças-feiras das 9h às 12h e das 14h às 17h e quintas-feiras das 9h às 12h. A mediação acontece depois de um agendamento prévio por parte dos interessados. Os visitantes passam por uma fase de acolhimento, ao chegar à galeria, passam à contemplação das obras e interação com o espaço.

Outras informações podem ser obtidas direto com a Fundarte, pelo telefone (51) 3632.5223.

Votação para escolher o novo reitor da Uergs

JORNAL O SUL - Porto Alegre

É hoje Professores, funcionários e alunos da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul escolhem hoje, entre três chapas, o novo reitor que vai gerir orçamento anual de 30 milhões de reais para manutenção de 2.500 alunos nos 24 cursos mantidos em 24 municípios. Dia 9, a instituição completará nove anos e, pela primeira vez, ocorre eleição direta. Foi tratativa do reitor Carlos Alberto Callegaro, que coordenou a criação do regimento interno, com oposição partidária de 18 dos 21 integrantes do conselho. Enfrentou tempestades com coragem e determinação.

Coluna Armando Burd